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Publicado em 07/05/2018 às 08:00 por Prof. J.F. Penteado



COMER POUCO E VIVER MUITO

Há uma tendência dentro da luta entre a obesidade, a magreza e a longevidade para a aceitação da DIETA DA RESTRIÇÃO CALÓRICA, como uma forma de viver mais e bem. Essa verdadeira seita tem como adeptos e seguidores figuras importantes lideradas pelo guru da redução calórica que é o gerontologista Roy Walford e esse conceito foi abraçado também pelo escritor americano Brian Delaney. Essa dieta surgiu na década de 1930 e vem sendo seguida por cada vez mais pessoas. É um regime radical e restritivo.

Várias pesquisas, estudos, sessões, confinamentos vêem sendo realizados para estudar as vantagens e desvantagens desse tipo de vida e alimentação, que culminou, mais recentemente com a criação da SOCIEDADE DE RESTRIÇÃO CALORICA, presidida por Delaney e que conta com mais de 2000 membros, sendo quatro brasileiros.

Todos esses seguidores mantêm-se com peso igual à altura, atingindo alguns deles pesos inferiores a 10 pontos da altura.

A grande meta de toda essa dieta é prolongar a vida de uma maneira saudável, ainda sem muitas bases cientificas, mas que obriga os seus seguidores uma grande determinação e força de vontade para manter-se permanentemente com dietas que oscilam entre 1000 a 1900 calorias. Os seus adeptos acham muito fácil fazê-la desde que haja um equilíbrio e um controle permanente da ingestão calórica.

Realmente a nossa opinião é que cada vez mais temos que comer menos para viver mais, adotando o slogan COMA PARA VIVER E NÃO VIVA PARA COMER. Mas, achamos também que qualquer dieta para qualquer doença ou controle de peso deve sempre, sempre ser acompanhada por um gastroenterologista e uma nutricionista para que se harmonize a ingesta calórica e a distribuição dos vários alimentos nas proporções ideais e essenciais a cada fase da vida e da idade, pois só assim será saudável.

Tudo isso deve ser ajudado pela adequação da prática de exercícios físicos, porque assim estaremos controlando a ingestão de calorias com os gastos físicos.

Referências:

  • Prof.Jose Figueiredo Penteado